Autismo

Cuidado e acompanhamento com a criança e adolescente

É um distúrbio no neurodesenvolvimento caracterizado principalmente por dificuldades de interação e comunicação social, apesar de ter muitos outros fatores e sintomas envolvidos. Não existe um padrão: cada indivíduo portador pode desenvolver e manifestar o transtorno de formas diferentes.

Quando há dificuldades de relacionamento social e falta de domínio na linguagem, é necessário buscar uma avaliação médica.

O transtorno do espectro autista (TEA) não tem cura, porém o indivíduo pode aprender a lidar com ele e viver normalmente, do seu jeito particular. Com ajuda de terapia, tratamentos e acompanhamento adequado, é possível lidar com diversos sintomas. Como cada portador é único, o médico fará a avaliação inicial e indicará os exames a serem feitos para começar o tratamento.

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Saúde da criança e adolescente

O cuidado e acompanhamento com a criança e com o adolescente é primordial para se obter e manter uma vida saudável na fase adulta. Na Jovial Clínica, priorizamos o atendimento do público infantil e jovem por meio de uma assistência integral, com atendimentos e tratamentos específicos e personalizados, na busca pela identificação e erradicação de causas e consequentes enfermidades com métodos medicinais dinâmicos e avançados, prevenindo e tratando enfermidades como distúrbios do crescimentoTDHApuberdade precoceautismosíndrome do pensamento aceleradoansiedade generalizadaobesidade infantil e depressão.

saúde da criança e adolescente - jovial clinica

O que é mineralograma?

Um dos exames mais importantes da medicina integrativa é o mineralograma. Com ele, é possível ver excessos e deficiências de minerais e como eles podem estar afetando algum aspecto da sua saúde. Saiba mais sobre o exame mineralograma com o Dr. Marcelo Bonanza.

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Detoxificação: a chave para atenuar os sintomas do autismo

É muito comum ouvirmos hoje em dia a palavra “detox”, que vem da ação de desintoxicar ou detoxificar. Ou seja, se livrar das toxinas presentes no nosso corpo. Apesar de esse termo ter se tornado extremamente comercial, a detoxificação correta do organismo contribui para atenuar os sintomas do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Isso porque as toxidades alimentares e ambientais são responsáveis pelos polimorfismos ou mutações genéticas presentes no Transtorno.

De acordo com o dr. Marcelo Bonanza, diretor médico da Jovial Clínica e credenciado internacionalmente no tratamento do autismo, além das alterações psicológicas, comportamentais, sensoriais e psicomotoras, já se sabe que o TEA apresenta também outros sintomas aos quais poucas pessoas prestam atenção. “Insônia, diarreia constante, obstipação, gases, ressecamento intestinal, dores na barriga e seletividade alimentar são alguns dos sintomas presentes em boa parte dos pacientes diagnosticados com o Transtorno. Isso indica que o paciente possui um desequilíbrio na microbiota intestinal, o que chamamos de disbiose. Tratar a disbiose é um dos pilares da detoxificação, até porque o intestino é a maior glândula endócrina que possuímos, sendo essencial para a produção de diversos hormônios como acetilcolina e serotonina”, explica o médico.

Detoxificação e autismo

Sendo assim, como detoxificar um paciente e minimizar os sintomas do autismo? Para Bonanza, é preciso primeiro “compreender que esses poliformismos genéticos, que são identificados a nível uterino, são causados por fatores ambientais, nutricionais, genéticos e congênitos. Ou seja, para chegar à remissão do TEA, precisamos promover uma intervenção reorganizacional de repolarização celular, liberar as toxinas dos metais pesados, combater a disbiose, exterminar patógenos com terapias complementares, além de recompor o campo biológico, com as suplementações de probióticos, vitaminas, minerais e aminoácidos”, conta. Segundo o médico, existem ainda técnicas modernas como a terapia B.E.N.E Reac que atua de forma a restaurar a epigenética do paciente.

“Independe do tratamento indicado, o mais importante é enxergar o paciente de forma integral, avaliando todas as possíveis variáveis e alterações que contribuem para o Transtorno, que é multifatorial. A saúde é integral, todo o nosso corpo é integrado, sendo assim, tudo está relacionado. Uma alteração química ou a nível molecular pode desencadear, por exemplo, um problema psicológico e assim por diante. Por conta disso, eu sempre recomendo que pessoas que possuem um filho (a) ou familiar autista procure um profissional de saúde habilitado em abordagens integrativas que possam auxiliar, investigar as causas e se possível, promover remissão nos sintomas”, finaliza.

Marcelo Bonanza – residência em ortopedia, diretor médico da Jovial Clínica, pós-graduado em Oxidologia, ciências da longevidade humana e homeopatia. Mestrando em tecnologia da saúde humana e naturopatia. Cremeb 14684

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O papel da microbiota intestinal no Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Durante muitos anos, as pesquisas em torno do Transtorno do Espectro Autista (TEA) giravam em torno de questões genéticas e comportamentais apenas, mas hoje já se sabe que fatores ambientais e condições alimentares estão diretamente associados ao TEA. Isso porque o nosso cérebro se comunica de maneira bidirecional com o nosso intestino, o que quer dizer que o nosso comportamento altera a nossa flora intestinal e vice-e-versa. Nas últimas décadas, diversas correlações entre a microbiota intestinal e doenças neuropsiquiátricas, como o Transtorno do Espectro Autista, têm sido apontadas pela ciência.

A maior parte dos pacientes com TEA apresentam diversas disfunções gastrointestinais, como dor abdominal crônica, hábitos intestinais alterados, gases, entre outros. Esses sintomas foram essenciais para que se investigasse mais a fundo a relação do intestino com o cérebro em pacientes autistas. Para ficar mais claro, a microbiota intestinal nada mais é do que uma comunidade microbiana que conta com trilhões de microorganismos, bactérias e alguns fungos e vírus. Ela está diretamente relacionada com a idade cronológica e é responsável por modular o metabolismo e fisiologia das pessoas.

Sendo assim, quando há um desequilíbrio nessa microbiota, todo o corpo acaba se desequilibrando. A esse desequilíbrio damos o nome de disbiose, condição que tem sido muito associada à diversas condições metabólicas, cardiovasculares, neurocomportamentais e neuroimunes. Diante de tudo isso, não há como descartar a necessidade de uma análise completa da microbiota intestinal no Transtorno do Espectro Autista.

Referência: FATTORUSSO A, GENOVA L, DELLÍSOLA B G, MENCARONI E e ESPOSITO S. Autism Spectrum Disorders and the Gut Microbiota. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6471505/ Acesso em: 18 de julho de 2019.